MP pede prisão efetiva para alemão acusado de incendiar instalações do Fluvial Odemirense

O Ministério Público (MP) pediu a condenação do cidadão alemão acusado de incendiar, em Outubro passado, as instalações do Clube Fluvial Odemirense (CFO), em Odemira, a uma pena de prisão efetiva “de sete a oito anos”.

O julgamento arrancou nesta terça-feira, 7, no Tribunal de Beja, com um coletivo de juízes, respondendo o arguido, de 35 anos e que se encontra em prisão preventiva desde 9 de outubro de 2021, por um crime de furto qualificado e outro de incêndio.

Segundo a acusação, o cidadão alemão, sobre o qual já pendia antes um mandado de detenção europeu emitido pelo seu país de origem igualmente por furto e incêndio, terá provocado um incêndio no Fluvial Odemirense, alegadamente para esconder provas de um furto que realizou antes no edifício.

Já a advogada do arguido pediu a absolvição por considerar que não ficou provada a autoria do incêndio.

Por sua vez, as advogadas do Clube Fluvial e da Câmara de Odemira também consideraram a prova produzida “suficiente” para uma condenação e solicitaram que, caso a pena seja suspensa, seja condicionada ao pagamento das indemnizações pedidas: 129.722,67 euros no caso do clube e cerca de 70 mil euros pela autarquia.

A leitura do acórdão do processo ficou marcada para o próximo dia 20 de junho, às 13h45.

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Correio Alentejo

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