IPBEja anuncia projecto de cooperação com a Universidade de Cabo Verde

IPBEja anuncia projecto de cooperação com a Universidade de Cabo Verde

O Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) e a Universidade de Cabo Verde vão cooperar para desenvolverem actividades em parceria, sobretudo nas áreas de investigação, formação e intercâmbio de informações, estudantes, professores e investigadores.
A cooperação irá desenvolver-se com base num protocolo já assinado e que vai definir as "matérias de interesse comum" entre as duas instituições públicas de ensino superior e as "bases gerais" da parceria, nomeadamente nos domínios técnico, científico e pedagógico, explicou o presidente do IPBeja, Vito Carioca.
Trata-se de um protocolo de cooperação "muito importante e ousado" e está inserido na "aposta de internacionalização" do IPBeja, que, este ano, quer "virar-se" para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), disse.
A cooperação é "uma aposta e uma preocupação permanente" do IPB, que "valoriza" as relações estabelecidas com parceiros da União Europeia, mas também quer "intensificar" relações com países de língua portuguesa, sublinhou.
O protocolo com a Universidade de Cabo Verde, "a única instituição de ensino superior público" daquele país africano e que tem um "elevado ‘know-how’", é "um exemplo" daquela vontade, sublinhou.
Segundo Vito Carioca, o IPBeja vai identificar as "matérias de interesse comum" entre as duas instituições e delinear um projecto de programa de trabalho, que será discutido com a Universidade de Cabo Verde.
Posteriormente, será delineado um programa final de trabalho, cujas acções deverão arrancar no terreno a partir de Setembro deste ano, ou seja, no início do ano lectivo de 2012/2013, previu.
Através da cooperação, prevista durar dois anos, adiantou Vito Carioca, o IPBeja e a Universidade de Cabo Verde querem promover actividades em parceria, como as de investigação e de transferência de tecnologia.
Programas de formação em conjunto, intercâmbio de informações científicas e tecnológicas, estudantes, professores, investigadores e pessoal técnico e dirigente, participação mútua em conferências e colóquios e troca de material de ensino e de publicações são outras acções previstas.
O protocolo inclui ainda programas de mobilidade de estudantes e de estudo em conjunto, sendo que estes deverão implicar protocolos adicionais e prever um sistema académico de reconhecimento mútuo e validação, que terá que ser aprovado pelas autoridades académicas das duas instituições.

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Correio Alentejo

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