Cultura do Mediterrâneo "inunda" Castro Verde no fim-de-semana

Cultura do Mediterrâneo "inunda" Castro Verde no fim-de-semana

A estreia mundial do projecto "Orient 7Sóis", a nova criação artística original do Festival Sete Sóis Sete Luas e que reúne seis músicos do Mediterrâneo, marca a 20ª edição do festival "Planície Mediterrânica", que arranca esta sexta-feira, 14, em Castro Verde.
O espectáculo, no domingo, 16, às 19h30, no anfiteatro municipal de Castro Verde, irá fechar a edição deste ano da "Planície Mediterrânica", com a qual a vila integra a rede do Festival Sete Sóis Sete Luas, que envolve 30 cidades de 11 países.
O projecto "Orient 7Sóis" é dirigido pelo músico e compositor português Rão Kyao e conta com outros cinco músicos da Croácia, Grécia, Argélia, Espanha e Roménia.
O festival "Planície Mediterrânica", promovido pela autarquia local em parceria com as associações Sete Sóis Sete Luas e a Pé de Xumbo, celebra a tradição e a identidade mediterrânicas de Castro Verde, através das artes, dos sabores e da maneira de ser e estar do Alentejo e de intercâmbios com outras culturas do Mediterrâneo.
Além de concertos, bailes e teatro de rua, o festival, que dispõe de um café, um restaurante e uma esplanada mediterrânicos e uma feira do livro, inclui oficinas de danças e instrumentos de percussão, exposições, residências artísticas e cante alentejano.
O concerto do grupo Campaniça Trio e o espectáculo da "7Luas.Orkestra.20°" [na foto], projecto criado para celebrar os 20 anos do Festival Sete Sóis Sete Luas e que conta com a participação de seis músicos do Mediterrâneo, vão marcar a primeira noite do festival no anfiteatro municipal.
A pré-apresentação do primeiro álbum a solo da cantora, acordeonista e concertinista portuguesa Celina da Piedade (16h00 no cine-teatro municipal) e o concerto dos espanhóis La Banda Del Pepo (21h30 no anfiteatro municipal) são as principais ofertas musicais de sábado, 15.
Segue-se, a partir das 23h00, dois espectáculos de rua, "Incêndio!" e "Dino2", da companhia de teatro espanhola L’Avalot, que irá "surpreender" o público com "um grande incêndio" fictício num edifício e fazer "reviver" dinossauros nas ruas de Castro Verde.
A companhia L’Avalot voltará a "surpreender" o público no domingo, 16, às 19h00, com o seu novo espectáculo "Tikiterium", em que seis "tikis" (bonecos gigantes) irão desfilar pelo espaço do festival e acompanhados por música.
"Regresso às Origens", do pintor francês Moss, "L’Acte Fotographique – le dialogue", do fotógrafo grego Konstantinos Ignatiadis, e "Síria: três olhares", com fotografias de Santiago Macias, Pedro Barros e Rui Tremoceiro, são algumas das exposições.
"A Preto e Cal", uma instalação de Vanda Palma, a "Colectiva de Pintura e Escultura", com obras de Ana Lebre, Vanda Palma, Alberto Reis, Helena Lousinha, Jaime Lebre e Ricardo Rodrigues, e "L’Homme dans tous ses états", do pintor marroquino M. Bouzoubaa, são as outras mostras patentes.

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Correio Alentejo

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