Creches e restaurantes de volta “ao serviço”

Creches e restaurantes

Os últimos dias foram de alguma azáfama no interior da creche do Lar Jacinto Faleiro, em Castro Verde. Depois de muitas semanas sem crianças (apesar de estar na rede de estabelecimentos de acolhimento de filhos de profissionais de saúde e segurança definida pelo Governo), está tudo pronto para que a partir desta segunda-feira 18, as brincadeiras regressem a esta creche e jardim-de-infância, ainda que com novas (e mais apertadas) regras de higiene.
“Num primeiro momento procedemos à limpeza e desinfecção dos espaços interiores da creche/ jardim-de-infância, equipamentos e brinquedos. E num segundo momento foi realizada também a limpeza e desinfecção dos espaços exteriores”, revela ao “CA” o presidente da instituição castrense.
De acordo com Leandro Gonçalves, a creche vai reabrir sem muitas das crianças inscritas presentes. “Ao longo dos últimos dias temos contactado os pais para perceber essa realidade. De facto, nesta fase ainda existem muitos pais cuja opção é esperar mais algum tempo”, refere Leandro Gonçalves.
Com a reabertura na segunda-feira, 18, serão também muitas as novas regras no funcionamento do espaço. “Do que já se conhece, diria que a maioria dessas recomendações [da tutela e da Direcção Geral da Saúde] são exequíveis. Já outras teremos de analisar muito bem o que fazer”, observa Leandro Gonçalves.
O presidente do Lar Jacinto Faleiro acrescenta ainda estar tranquilo com este regresso das creches. “Nesta, como em muitas outras questões, acredito que aqueles que são especialistas na matéria têm uma visão protectora da população e que só avançariam para este desconfinamento com uma dose muito elevada de garantias de segurança”, observa Leandro Gonçalves.
Além do mais, continua este responsável, “uma parte substancial dos cuidados a manter cabe a todos em geral”. “Teremos que, objectivamente, manter uma postura de cautela e de responsabilidade no nosso dia-a-dia”, porque “muito certamente só poderemos descansar um pouco mais a partir do avanço da medicina neste particular”. “Até lá, todos os momentos exigirão da sociedade no seu todo uma séria ponderação em relação às consequências das acções a que nos dedicamos no nosso quotidiano”, conclui.

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Correio Alentejo

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