Concelhia de Odemira do PS tece críticas ao PCP

A Concelhia de Odemira do PS acusa o PCP local de ter como “eterno princípio” o “quanto pior, melhor”, considerando que, por oposição, “Odemira tem de ser construída com credibilidade, com ambição e total disponibilidade”.

A posição socialista surge em comunicado, em resposta à propaganda feita pelo PCP de Odemira durante a recente edição da FACECO.

Segundo o PS, sobre as críticas feitas na área da saúde no concelho, “o PCP deturpa factos” e a informação que “até conhece bem”, “omitindo as importantes melhorias de instalações em curso, nomeadamente a beneficiação das extensões de Saúde de São Martinho das Amoreiras e de São Luís, o lançamento dos concursos para a nova Extensão de Saúde de Vila Nova de Milfontes e ampliação da Extensão de Saúde de Sabóia ou o projeto do novo edifício para o Serviço de Urgência Básico de Odemira.

“Será que para o PCP, a forma de fazer política passa pela omissão de factos?”, questiona o PS.

Os socialistas contestam igualmente as críticas feitas sobre a temática da habitação, lembrando que “em apenas alguns meses de trabalho do atual executivo se disponibilizaram 25 lotes para os mais jovens”, “se lançaram concursos para infraestruturas de novos bairros habitacionais” e “se aprovaram regulamentos para uma politica municipal de habitação que responda às expectativas dos odemirenses”.

Ainda assim, continua o PS, “o que o PCP acha relevante é criticar a conclusão do Plano de Ordenamento da AFIPR”, em Vila Nova de Milfontes, “que de entre outros objetivos, visa resolver situações de desordenamento urbanístico e de habitação indigna, algumas fomentadas por um loteamento clandestino promovido inclusive durante a gestão camarária do PCP, em data anterior a 1997”.

“Será que para o PCP, a forma de fazer política passa pela desinformação?”, volta a questionar o comunicado do PS.

Os socialistas contestam ainda a acusação feita pelos comunistas sobre a “incapacidade do poder central em resolver muitos dos problemas que afetam” o território, questionando sobre “quais foram as medidas que o PCP tomou para beneficiar Odemira, enquanto apoiante do governo minoritário do PS na anterior legislatura”.

“Será que para o PCP, a forma de fazer política passa pela desresponsabilização?”, acrescenta o comunicado.

Para o PS, “seria realmente uma surpresa se o PCP se pronunciasse sobre questões positivas que se manifestam no território”, destacando “a histórica vinda do ensino Superior para Odemira, através de parceria da Câmara Municipal com o Instituto Politécnico de Beja”, “o reforço da segurança do território, com o aumento de contingente da GNR”, e “a grande capacidade de atração do território, em termos de investimento ou de visitantes/turistas”.

“Será que para o PCP só a fatalidade e o ruído são relevantes?”, pergunta o PS no comunicado, acrescentando que a resposta que pode dar “a um PCP cujo seu eterno princípio é “quanto pior, melhor!” é garantir a todos os odemirenses que, para o PS, Odemira tem de ser construída com credibilidade, com ambição, e total disponibilidade”.

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Correio Alentejo

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