Repovoar o alentejo

Quinta-feira, 17 Setembro, 2020

José Carlos Albino

consultor

Ao contrário do que vai na cabeça de muita gente, o “Alentejo-todo” é um território muito diverso e de diferentes gentes. Não é a Planície que, mesmo para alentejanos, é exposta como imagem de marca de um terço do território nacional.
Na sua variedade, identifica-se com uma identidade que passa pelo clima, comportamentos, vastidão, pronúncia e cultura dolente. É uma região que encanta quem a visita, pelas paisagens e patrimónios, mas, certamente, pelo gosto de receber todos os “que vêm por bem”.
Assim, é um destino que enche quem o visita. Mas no Alentejo, também, temos modernidade e vivências activas. Não estamos perante uma “Reserva Ecológico-Social”, para “inglês ver”. Embora com despovoamento e fuga de jovens, regenerou-se e constitui uma multiplicidades de comunidades com vidas do século XXI, com integração nas realidades europeias e mundiais, casando tradição com modernidade.
É, pois, um bom destino para visitantes, turistas e “locais de fim-de-semana”, bem como para quadros e empresários que procuram investimentos e vivências rentáveis e saudáveis, com uma vida calma e sem “stress”. Mas com os equipamentos administrativos, culturais, empresariais, de saúde, desportivos e de lazer ao simples dispor de todos que aí habitam ou o visitam.
Batendo-se por fixar os jovens e acabar com a “sangria demográfica”, o Alentejo deseja, precisa, receberá e convida “novos habitantes”, vindos de outra paragens, para aumentar a densidade de cidadãos activos e empreendedores que vivifiquem as suas micro, pequenas e médias comunidades territoriais. Nunca esquecendo as centenas de milhar que partiram para o país e mundo, particularmente aqueles que nos últimos 50 anos abalaram e nos novos locais de vida intervieram e empreenderam com êxito!
Por um Alentejo vivo!

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