A noite eleitoral de 26 de setembro não trouxe surpresas de maior ao distrito de Beja, salvo a conquista da Câmara de Alvito pelo PS, a vitória da CDU em Barrancos e a eleição de novos autarcas (todos socialistas) em Aljustrel, Mértola e Odemira. Como sempre, o povo decidiu, está decidido. E quando o povo vai às urnas decide sempre bem, por mais que isso possa custar a alguns.
Abre-se agora um novo ciclo autárquico na região, num mandato que se estende até 2025 e que traz consigo enormes desafios. Nos próximos quatro anos é preciso dar respostas a questões como a habitação ou as alterações climáticas (associadas à salvaguarda desse bem precioso que é a água), combater o despovoamento e o envelhecimento, ou promover a transição digital.
A par disso, é necessário continuar a trabalhar em áreas já “clássicas” e onde o investimento a realizar na região é por demais evidente, nomeadamente nas infraestruturas de água e saneamento, nas escolas, nas acessibilidades rodoviárias ou na saúde. Neste caso, o papel das autarquias será, sobretudo, exigir a quem de direito – o Estado, através do Governo – que se faça justiça à região.
Em suma, os próximos quatro anos serão fundamentais para construir o território que todos almejamos: mais coeso e solidário, mais povoado, com melhores serviços e infraestruturas, capaz de gerar mais riqueza e de proporcionar melhor qualidade de vida às suas populações. A hora é de arregaçar as mangas e trabalhar.

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