Cuba: cidade dentro de 10 anos

Quinta-feira, 17 Setembro, 2020

Francisco Orelha

presidente da Câmara Municipal de Cuba

Eu quero, você quer e todos queremos, portanto vamos acreditar que é possível. Ainda que habitualmente digamos que mais vale uma boa vila do que uma má cidade, as circunstâncias e a realidade de Cuba são, hoje, felizmente para todos nós, bem diferentes do que eram no passado.
A localização estratégica do nosso concelho face ao avanço de três projectos estruturantes para o Alentejo, como seja a construção do aeroporto de Beja a apenas 7 quilómetros de Cuba, o projecto de fins múltiplos do Alqueva, irrigando 6000 hectares. do nosso concelho, a remodelação da ferrovia convencional a passar por Cuba e a construção da linha de alta velocidade, são com certeza factores determinantes para o desenvolvimento do nosso concelho. A par destes projectos, existem dois documentos que são instrumentos extremamente importantes na planificação e ordenamento do concelho. Por um lado o plano de urbanização, cuja aprovação está para breve, aumentando a área de expansão urbana e empresarial, por outro, o plano director municipal, que se encontra já em fase adiantada de revisão, e que muito contribuirá para a criação de condições muito favoráveis e apetecíveis para quem aqui quiser investir.
As infra-estruturas consideradas básicas e essenciais já existem, o que nos resta é ter uma visão alargada a 10 anos e pensar no futuro, aproveitando da melhor forma todas as oportunidades que se nos apresentem. É preciso acreditar e trabalhar muito para agarrar o futuro! E todos somos necessários – os naturais residentes, não residentes, ou todos aqueles que têm procurado o nosso concelho para aqui viver! Bem-vindos a todos! Precisamos de mais pessoas a querer viver no nosso concelho!
Temos de ser ambiciosos quando se trata de conseguir o melhor para a nossa terra!
Eu aguardo com serenidade que aquilo que, por ora, ainda é ficção, se torne, um dia, realidade.
O concelho de Cuba está no caminho do futuro!

<i>“Aquilo que pensamos ou em que acreditamos, no final, tem pouca importância. A única coisa que realmente tem importância é o que fazemos”</i>.
<i>John Ruskin</i>

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