Nesta época de crise das regiões do grande crescimento, o Baixo Alentejo, em contra-ciclo, está em condições para se desenvolver de forma sustentada e passo a passo.
Primeiro, porque há várias realidades em movimento de sinal positivo. Temos um crescimento da população, que embora ainda escasso, representa uma viragem na perda de pessoas desde há décadas. Mas o mais importante é que se assiste ao decréscimo das populações que só se sabem queixar e aumentar os problemas, para protestos inconsequentes.
Segundo, porque projectos estruturantes há muito reclamados, já estão no terreno – Alqueva nas várias vertentes e antecipado na componente agrícola, o aeroporto civil de Beja que está pronto a arrancar e a propiciar novas actividades económicas, e o IP 8 que já está em construção – e poderão abrir novas alternativas na dinamização económica e social dos nossos territórios.
Terceiro, porque se multiplicam os dirigentes autárquicos, empresariais e associativos que apostam no Desenvolvimento Local, através duma maior qualificação das pessoas de várias profissões e papéis e duma potencialização dos recursos locais, sem esquecer o “marketing territorial” que faça atrair investimentos e empreendedores inovadores.
Agora há que arregaçar as mangas e levar por diante os múltiplos projectos que estão às nossas mãos, o que exige trabalho e acção para implementar as soluções que estão identificadas e são possíveis realizar !
Confiante nestas linhas de acção, apelo ao empreendedorismo da maioria dos baixo alentejanos!

Centenas de atletas esperados no Cross dos Cavaleiros
Centenas de atletas são esperados na 30ª edição do Cross dos Cavaleiros, prova de atletismo que se vai realizar neste domingo, 7 de dezembro, na







