O ano de 2023 deixou muito para contar, seja na região, no país ou no mundo. Mas mais importante que avaliar o que se passou ao longo de 2023, o que devemos agora é, desde já, começar a perspetivar o que poderá ser 2024. Este é o tempo de definir estratégias e traçar metas, para que os resultados a alcançar sejam os desejados (e necessários).
No que ao Baixo Alentejo diz respeito, uma das prioridades em 2024 será, seguramente, a questão da água. A seca já não é um problema transitório ou temporal, mas sim uma realidade que veio para ficar. E quando verificamos que a barragem do Monte da Rocha entrou no novo ano com um volume de apenas 8% da sua capacidade máxima (equivalente a 3.56.000 m3), é da máxima urgência que no próximo ano avancem os investimentos anunciados pelo Governo para esta albufeira, nomeadamente a ligação ao Alqueva, através do Roxo.
Em simultâneo, 2024 tem de ser um ano de afirmação da Democracia em Portugal. Primeiro, com umas eleições legislativas (e europeias) participadas e esclarecedoras, em que a sensatez e a ponderação se sobreponham aos discursos populistas e radicais.
Depois, com as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, momento que se deseja de festa e, acima de tudo, de afirmação da Liberdade e dos valores democráticos.

Homem detido em Beja com mais de 2.000 doses de droga
Um homem, de 22 anos, foi detido no sábado, 22, pela PSP em Beja, por suspeitas da prática dos crimes de tráfico de estupefaciente e







