Cheiro a azeite no Baixo Alentejo não é perigoso para a saúde pública

Cheiro a azeite no Baixo Alentejo não é perigoso para a saúde pública

O cheiro "intenso" a azeite sentido em vários concelhos do Baixo Alentejo pode dever-se, parcialmente, à secagem de bagaço de azeitona numa fábrica em Alvito, mas não é perigoso para a saúde, afirma o responsável da unidade.
O cheiro a azeite pode dever-se "em parte" aos vapores quentes emitidos pela central de secagem de bagaço de azeitona da fábrica da União de Cooperativas Agrícolas do Sul (Ucasul), situada em Alvito, explica à Agência Lusa o presidente da instituição, Luís Mira Coroa.
Os vapores emitidos, constituídos em "99%" por "vapores de água", "não são poluentes" e, por isso, "não há perigo nenhum para a saúde pública", mas, por serem de origem biológica, "têm um cheiro intenso, que é incómodo", disse.
Luís Mira Coroa lembra que a fábrica da Ucasul "não é a única" que seca bagaço de azeitona no Baixo Alentejo e, por isso, admite, o cheiro também pode ser proveniente das "outras duas fábricas" existentes na região, uma no concelho de Ferreira do Alentejo e a outra no concelho de Aljustrel.
O cheiro a azeite, que, segundo Luís Mira Coroa, "depende das temperaturas e dos ventos", chega a sentir-se em vários concelhos do distrito de Beja, como Alvito, Beja, Ferreira do Alentejo, Cuba, Vidigueira, Moura e Serpa, mas também do distrito de Évora, como Viana do Alentejo.

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Correio Alentejo

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