Cercicoa quer alargar as suas respostas sociais

Cercicoa quer alargar

A Cercicoa quer continuar a melhorar a sua oferta de respostas sociais, revela ao “CA” o presidente António Matias, reeleito para liderar a instituição até 2017.
“As nossas prioridades assentam na visão orientada não só pelo plano estratégico, como na recolha e sistematização de informação para sustentar os diversos documentos fundamentais”, assume António Matias, garantindo que no topo dos objectivos a alcançar pela direcção está “a viabilização e sustentabilidade da organização, visando continuar a constituir uma oferta cada vez mais diversificada de serviços de qualidade para a comunidade”.
Em matéria de novos projectos, António Matias destaca as iniciativas planeadas na área da “auto-determinação e auto-representação”, no sentido de “assegurar o acesso das pessoas com limitações funcionais a diversos serviços, relações, deveres e direitos que habitualmente lhes são vedados ou dificultado o acesso”.
Ao mesmo tempo, a Cercicoa vai dar “especial atenção” nos próximos anos às suas estruturas residenciais, “que têm uma grande lista de espera”, e ao Centro de Actividades Ocupacionais, “que está lotado e sem capacidade para receber mais pessoas devido às suas limitações físicas”.
“Portanto, no que diz respeito a obras e ampliações, estão já em curso estudos e projectos para novas edificações”, garante o presidente da cooperativa com sede em Almodôvar.
Outra das ideias que a Cercicoa pretende colocar em prática até 2017 é a criação de residências autónomas fora de Almodôvar, nomeadamente em Castro Verde e/ ou Ourique.
“Pensamos poder enquadrar estas respostas neste novo quadro comunitário de apoio e assim, neste triénio, pelo menos ser possível assegurar a aprovação de orçamentos para construir novos equipamentos”, afirma António Matias, sem entrar em mais pormenores.

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Correio Alentejo

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