Bombeiros de Odemira pagaram 200 mil euros

Bombeiros de Odemira

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Odemira respira de alívio depois de ter diminuído o seu passivo em cerca de 200 mil euros ao longo do ano de 2014.
No início do último ano a instituição estava sufocada por um passivo a rondar os 350 mil euros, mas ao longo do ano a dívida caiu para menos de metade, sendo agora cerca de 150 mil euros.
“A dívida está controlada. Anda por volta de 150 mil euros, mas está controlada”, assegura ao “CA” Augusto Inácio Maria, 77 anos, que preside aos destinos da associação.
Apesar das “nuvens negras” se terem afastado um pouco do quartel da corporação, este responsável garante que os Bombeiros de Odemira continuam o “cinto apertado”.
É que se as despesas são mais que muitas, as receitas nem sempre chegam a tempo e horas, sobretudo quando se tratam de entidades ligadas ao Estado!
“A dificuldade financeira que sentimos deve-se às instituições, nomeadamente do Ministério da Saúde, que não liquidam as facturas em tempo oportuno. Eles têm um atraso à volta dos seis meses. Ou seja, os serviços que são feitos agora em Janeiro só em Junho é que serão recebidos”, lamenta Augusto Inácio Maria.
De acordo com o presidente dos Bombeiros de Odemira, este atraso é “terrível” para a gestão da instituição e por vezes provoca “desequilíbrios financeiros” que obrigam a recorrer à banca.
“Se isto fosse logo liquidado num prazo aceitável, tudo funcionaria melhor”, assegura.

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Correio Alentejo

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