Barbearia "descontraída" na vila de Castro Verde

Barbearia "descontraída"

A nova Barbearia Barras está de portas abertas há três meses na rua Fialho de Almeida, no centro de Castro Verde, e pretende ser um “espaço de descontracção” para quem lá passa.
“Tentámos oferecer aos nossos clientes um sítio diferente, que não fosse apenas um sítio para apanhar uma ‘seca’ enquanto esperam para cortar o cabelo. Queremos que seja um sítio diferente, onde a malta pode tomar uma cerveja ou um café e descontrair um pouco. E adoptámos este estilo mais retro porque também chama a atenção da malta”, observa ao “CA” Pedro Barradas, 25 anos, que gere a barbearia juntamente com Flávio Geraldo, de 38.
Pedro e Flávio são naturais de Aldeia dos Fernandes, no concelho de Almodôvar. Um e outro começaram por cortar o cabelo a amigos e familiares em casa, por brincadeira. Até ao dia em que, após a visita a um amigo barbeiro no Algarve, decidiram tirar o respectivo curso. O negócio nasceu poucos meses depois.
“Começámos a perceber que esta zona de Castro Verde tinha falta de barbeiros, pois só conhecíamos uma barbearia ou outra… E sabíamos que à partida seria uma boa vila para montarmos este projecto. E até agora tem superado largamente as nossas expectativas”, conta Pedro Barradas, que está a tempo inteiro na barbearia (Flávio trabalha nas minas de Neves-Corvo e só pode ajudar quando sai do turno ou nas folgas).
A trabalhar desde Julho, os novos “barbeiros” não têm tido mãos a medir. “Noto que a malta gosta de andar com as barbas muito bem arranjadas e o cabelo também”, observa Pedro Barradas, garantindo que no seu espaço há opções para todos os gostos: fazer a barba custa cinco euros, mas usando uma toalha quente são 6,5 euros. O corte de cabelo fica pelos 7,5 euros. E optar pela opção “barba & cabelo” vale 10 euros.
“Temos tido clientes dos 90 anos até crianças de meses”, revela com satisfação Pedro Barradas, confirmando a ideia de que as barbearias, ao contrário do passado, estão hoje “na moda”! “Os homens actualmente têm mais cuidado com a imagem que antigamente e este conceito está muito na moda, porque é diferente”, conclui.

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Correio Alentejo

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