Aljustrel. Loja chinesa destruída por fogo posto, seis pessoas desalojadas

Uma loja chinesa situada na Rua 5 de Outubro, no centro de Aljustrel, ficou totalmente destruída na manhã deste sábado, 6, alegadamente por fogo posto, tendo seis pessoas que residiam no prédio de habitação onde se encontrava o estabelecimento sido realojadas.

O alerta para o incêndio foi dado alerta às 10h21, sendo que as chamas atingiram duas lojas contíguas.

O combate às chamas mobilizou bombeiros de várias corporações do distrito de Beja, a GNR e o INEM, num total de 58 operacionais, apoiados por 23 veículos.

Na sequência do incêndio, um bombeiro da corporação de Aljustrel e um militar da GNR foram transportados com ferimentos ligeiros para as urgências do hospital de Beja, devido à inalação de fumos.

Um homem, com cerca de 50 anos e dupla nacionalidade portuguesa e francesa, foi entretanto detido pela GNR, por suspeitas de fogo posto, depois de ter sido “retido pela população” no local.

O detido foi encaminhado para o Posto de Aljustrel e o caso está já a ser investigado pela Polícia Judiciária.

Seis pessoas acabaram por ficar desalojadas na sequência do incêndio, confirmou à Agência Lusa o presidente da Câmara de Aljustrel, Carlos Teles, uma vez que “o fogo danificou infraestruturas, nomeadamente os esgotos”.

“Pensamos que, dentro de alguns dias, as pessoas possam voltar a casa”, mas terá que ser feita uma “avaliação a nível estrutural” do edifício afetado pelo incêndio, acrescentou o autarca.

Em comunicado, a Câmara de Aljustrel revela que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, aquando da ocorrência, ligou ao presidente da autarquia “a manifestar a sua total disponibilidade e solidariedade para com as famílias envolvidas e o povo de Aljustrel, deixando ainda um agradecimento e reconhecimento a todos os operacionais envolvidos no socorro”.

O município “mineiro” informa ainda que disponibilizou, através dos seus Serviços de Proteção Civil, “todo o auxílio necessário às operações logísticas” e colocou os seus serviços de apoio psicológico no local, “apoiando as famílias afetadas”.

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Correio Alentejo

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