Aeroporto de Beja recebe voos de França em 2014

Aeroporto de Beja recebe

Depois dos voos para Londres, o aeroporto de Beja vai receber a partir de Abril de 2014 aviões vindos de França através de uma operação da companhia Aigle Azur.
A confirmação chegou de Paris, onde a Turismo de Portugal, a companhia de aviação Aigle Azur e a GPS Tour apresentaram na última semana de Setembro a região do Alentejo aos operadores franceses, comunicando a rota de voos directos para Beja a partir de Abril.
“É uma operação que vai ter lugar entre Abril e Outubro. Estamos a falar de cerca de vinte rotações com aviões com capacidade para 180 pessoas", disse à Agência Lusa Jean-Pierre Pinheiro, director da Turismo de Portugal em França.
O Alentejo cresceu este ano 34% no mercado francês, o que reflecte a aposta de operadores e companhias francesas nesta região.
Nesse sentido, e atenta ao crescimento da região, a companhia Aigle Azur está a pensar num voo semanal de destino ao aeroporto de Beja.
Se a procura pelo Alentejo continuar a crescer, a companhia vai “voar rapidamente para Beja”, garantiu no evento Tiago Martins, da Aigle Azur.
Já o presidente da Agência de Promoção Externa do Alentejo, Vítor Silva, sublinhou que a região está “ao nível daquilo que melhor se faz noutros países”, precisando somente “de ganhar notoriedade”.
“Já trabalhamos há muitos anos o mercado francês, mas nos últimos anos é que começámos a ter operações mais pesadas, mais estruturadas e esta é o culminar da nossa presença aqui”, acrescentou.
Jean-Pierre Pinheiro explicou que o Alentejo conseguia captar clientes no âmbito dos circuitos, isto é, o cliente que ficava em Lisboa ou no Porto fazia circuitos ao longo do país e ficava cerca de duas noites no Alentejo.
Com estas operações, o objectivo é desenvolver o produto praia e conseguir aumentar a duração da estadia, entre uma e duas semanas, no Verão.
O director da Turismo de Portugal em França acredita que o crescimento do Alentejo “demonstra que o mercado francês está pronto e com muita apetência para o destino Portugal”.
“Sentimos mais crescimento na procura. O mercado francês é o que tem reagido melhor. Quando os alemães e os ingleses começaram a baixar as rotações para Portugal, no mercado francês têm-se mantido e crescido”, concluiu Jean-Pierre Pinheiro.

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Correio Alentejo

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