01h00 - quinta, 01/01/1970

As pessoas estão primeiro


Pedro do Carmo
O exercício de cargos públicos e políticos exige uma atitude responsável de melhoria da qualidade da democracia e de respeito por todos, valorizando ideias e pessoas e estimulando a participação dos cidadãos e das organizações na vida pública.
Essa responsabilidade compete essencialmente aos políticos. São os seus exemplos que servem de referência e de garantia à credibilidade do sistema democrático.
É importante cultivarmos atitudes e intervenções de tolerância e de respeito, alimentar as diferenças do pensamento e as divergências de opinião como valores da condição humana, como uma riqueza incomum que bem entendida serve os interesses de uma sociedade mais justa e equilibrada.
A homenagem que o Município de Ourique fez às mulheres e aos homens que serviram e que servem a democracia na Assembleia da República é um modesto contributo para a valorização das pessoas e das suas ideias, mas também do Parlamento onde se centra a democracia em nome dos cidadãos.
Defendo que nos concentremos na melhoria da qualidade democrática e na maior qualidade no exercício dos cargos políticos.
Num momento em que nos confrontamos com novos desafios e em que as incertezas motivam o descrédito da classe política, é decisivo que cuidemos da democracia com atitudes de liderança mais respeitadoras e atentas à evolução da sociedade e aos interesses e expectativas das pessoas.
Temos a obrigação de governar para as populações, de centrar as pessoas como prioridade das acções políticas.
Temos a responsabilidade de promover lideranças actuantes: com visão, com pensamento, com coragem e determinação para cumprir os desígnios do progresso e da melhoria da qualidade de vida dos nossos concidadãos.
Temos o dever de impulsionar lideranças que centrem nas suas preocupações os interesses das pessoas. Porque as pessoas estão em primeiro lugar!
Devemos defender o futuro. Promover as acções políticas para um desenvolvimento harmonioso. Garantir as igualdades e as oportunidades. Realizar planos e obras que sirvam em benefício das gerações futuras.
Devemos aprofundar as reflexões, escutar as pessoas, respeitar as ideias e opiniões. Temos a obrigação de fomentar uma democracia mais exigente, mais participada e mais activa.



Outros artigos de Pedro do Carmo

COMENTÁRIOS

* O endereço de email não será publicado
07h00 - sexta, 20/04/2018
"Fixação de pessoas é o maior desafio de Almodôvar"
O presidente da Câmara de Almodôvar, falou ao "CA" sobre os desafios que se colocam ao concelho, assim como sobre as inúmeras obras que a autarquia tem em desenvolvimento ou pretende concretizar.
07h00 - sexta, 20/04/2018
Vila Galé investe
no concelho de Beja
Tal como o "CA" revelou em Dezembro de 2017, o Grupo Vila Galé prepara-se para refortçar o seu investimento no concelho de Beja, onde já tem o Clube de Campo, perto de Albernoa.
07h00 - sexta, 20/04/2018
Quinzena de artes
em Castro Verde
Da música acústica ao rock mais "eléctrico", do cante alentejano às palavras de Abril, dos livros aos produtos da terra, do teatro para bebés aos espectáculos de revista, são muitos os pontos de interesse de mais uma edição da "Primavera no Campo Branco", quinzena cultural que a Câmara de Castro Verde promove entre esta sexta-feira, 20 de Abril, e o dia da Mãe, a 6 de Maio.
07h00 - sexta, 20/04/2018
Quinzena cultural reduziu orçamento
Depois de nos últimos quatros anos ter tido uma duração mais prolongada no tempo, a "Primavera no Campo Branco" regressa em 2018 ao formato de quinzena.
07h00 - sexta, 20/04/2018
Vila de Almodôvar
"volta" à Idade Média
Almodôvar "viaja" neste fim-de-semana até 1285, ano em que Dom Dinis concedeu a Carta de Foral à localidade, com o centro histórico da vila a receber bailes e folias, bobos e jograis, damas e cavaleiros, numa organização da Câmara Municipal local.

Data: 20/04/2018
Edição n.º:
Contactos - Publicidade - Estatuto Editorial