COMÉRCIO. Presidente da direcção define venda de propriedades rústicas como "antídoto" para equilibrar contas e injectar capital.
A Cooperativa Proletário Alentejano (COOP), com lojas nos concelhos de Beja, Aljustrel, Vidigueira e Portel, registou em 2009 o quinto ano consecutivo com prejuízos, apresentando um resultado líquido negativo de 408.571 euros, mais 17.190,49 euros que em 2008. Os números são preocupantes, mas para já os alarmes ainda não soaram junto da direcção da instituição.
"Temos alguns parceiros financeiros com os quais estamos a trabalhar e com os quais estivemos a ponderar um conjunto de soluções para os constrangimentos e para os resultados negativos que a COOP está a ter", garante ao "CA" o presidente da cooperativa, João Machado, sem dúvidas a apontar para o processo de fusão com as cooperativas de Vidigueira e Portel, em 2004, como a principal razão para cinco sucessivos anos a acumular prejuízo.
No último ano, a COOP teve um volume de negócios ligeiramente abaixo de 7,6 milhões de euros, menos 7,4% que em 2008, ano em que o volume de negócios tinha aumentado 4,5%, superando os 7,8 milhões de euros. Já os custos com os cerca de 100 funcionários aumentaram perto de 40 mil euros, para 1.277.364,26 euros.
"Antídotos" encontrados
Apesar das contas ainda não estarem no vermelho, cinco anos de prejuízos têm aumentado a pressão sobre a tesouraria da COOP. Daí que a direcção da instituição e os parceiros financeiros desta tenham traçado um plano de recuperação económica que passa pela reestruturação "organizacional e operacional" da cooperativa e, sobretudo, pela alienação de parte do património rústico da cooperativa.
"O ‘antídoto’ que está desenhado e autorizado pela Assembleia Geral passa pela venda das herdades em Selmes, que servirá para fazer face aos problemas de tesouraria que identificámos e dar um novo salto, na medida em que iremos fazer investimentos naquilo que é o nosso main core de negócio, que é o comércio", explica João Machado.
Segundo este dirigente, a venda das herdades das Freiras e do Poço Seco, ambas na freguesia de Selmes, deve ficar concluída ainda este mês de Setembro, permitindo à COOP um importante encaixe de 1,5 a 1,8 milhões de euros. "Estamos na fase final da negociação", afiança.
Com a conclusão deste negócio e a concretização da reestruturação interna em marcha no seio da cooperativa, João Machado estima o regresso da COOP aos lucros em 2011. "Nesse ano contamos ter a estrutura, em termos financeiros, equilibrada", assevera o presidente da instituição.
"Temos alguns parceiros financeiros com os quais estamos a trabalhar e com os quais estivemos a ponderar um conjunto de soluções para os constrangimentos e para os resultados negativos que a COOP está a ter", garante ao "CA" o presidente da cooperativa, João Machado, sem dúvidas a apontar para o processo de fusão com as cooperativas de Vidigueira e Portel, em 2004, como a principal razão para cinco sucessivos anos a acumular prejuízo.
No último ano, a COOP teve um volume de negócios ligeiramente abaixo de 7,6 milhões de euros, menos 7,4% que em 2008, ano em que o volume de negócios tinha aumentado 4,5%, superando os 7,8 milhões de euros. Já os custos com os cerca de 100 funcionários aumentaram perto de 40 mil euros, para 1.277.364,26 euros.
"Antídotos" encontrados
Apesar das contas ainda não estarem no vermelho, cinco anos de prejuízos têm aumentado a pressão sobre a tesouraria da COOP. Daí que a direcção da instituição e os parceiros financeiros desta tenham traçado um plano de recuperação económica que passa pela reestruturação "organizacional e operacional" da cooperativa e, sobretudo, pela alienação de parte do património rústico da cooperativa.
"O ‘antídoto’ que está desenhado e autorizado pela Assembleia Geral passa pela venda das herdades em Selmes, que servirá para fazer face aos problemas de tesouraria que identificámos e dar um novo salto, na medida em que iremos fazer investimentos naquilo que é o nosso main core de negócio, que é o comércio", explica João Machado.
Segundo este dirigente, a venda das herdades das Freiras e do Poço Seco, ambas na freguesia de Selmes, deve ficar concluída ainda este mês de Setembro, permitindo à COOP um importante encaixe de 1,5 a 1,8 milhões de euros. "Estamos na fase final da negociação", afiança.
Com a conclusão deste negócio e a concretização da reestruturação interna em marcha no seio da cooperativa, João Machado estima o regresso da COOP aos lucros em 2011. "Nesse ano contamos ter a estrutura, em termos financeiros, equilibrada", assevera o presidente da instituição.












